Diário de obra: um mês na vida de uma arquiteta, de Alê Motta.

Então você queria ser arquiteto só porque brincava de empilhar blocos de madeira. Ou porque adora revistas de decoração e fotos de casas de luxo.
Ou porque (todo mundo odeia essa) não quis fazer Engenharia. Arquitetura não é nada disso. Ou, na verdade, é um bocadinho disso e mais muita coisa que ninguém conta.
Alê Motta desvenda com bastante humor o cotidiano de uma arquiteta carioca, e acompanha o desenrolar de trinta dias na vida dessa personagem inquieta, simpática e encantadora, que vive cercada por engenheiros, mestre de obras, peões, e que tenta administrar seu tempo, sempre curto, em meio a projetos, celulares, latas de tinta e muito, muito quebra-quebra.
Alê Motta é arquiteta nascida em São Fidélis, cidade poema. Mas não virou poeta, não. Formada em 1996 em Arquitetura pela UFRJ, sentiu uma veia de escritora latejar ao lado de projetos e materiais de construção. Mora em Niterói e vira três para atender clientes em todo o Rio de Janeiro. E não é só: coordena um grupo de adolescentes e ainda escreve, mesmo quando não sobra (nunca) tempo.
A autora, prefaciada por Miguel Falabella e apresentada pelo jornalista Márcio Vassallo, teve a ideia de fazer esse ‘Diário de obra’ quando descobriu que a arquitetura de verdade está muito mais próxima do canteiro de obras – vivo, pulsante, cheirando a cimento, com radinho ligado no futebol, gírias da peãozada – do que das fotografias bonitas, arrumadinhas e cheirosas que vemos nas revistas.
E, por isso mesmo, consegue ser muito mais interessante, desafiadora, passional e divertida.

Livro digital disponível para venda.

Diário de obra: um mês na vida de uma arquiteta
R$39,00
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Diário de obra: um mês na vida de uma arquiteta R$39,00

Diário de obra: um mês na vida de uma arquiteta, de Alê Motta.

Então você queria ser arquiteto só porque brincava de empilhar blocos de madeira. Ou porque adora revistas de decoração e fotos de casas de luxo.
Ou porque (todo mundo odeia essa) não quis fazer Engenharia. Arquitetura não é nada disso. Ou, na verdade, é um bocadinho disso e mais muita coisa que ninguém conta.
Alê Motta desvenda com bastante humor o cotidiano de uma arquiteta carioca, e acompanha o desenrolar de trinta dias na vida dessa personagem inquieta, simpática e encantadora, que vive cercada por engenheiros, mestre de obras, peões, e que tenta administrar seu tempo, sempre curto, em meio a projetos, celulares, latas de tinta e muito, muito quebra-quebra.
Alê Motta é arquiteta nascida em São Fidélis, cidade poema. Mas não virou poeta, não. Formada em 1996 em Arquitetura pela UFRJ, sentiu uma veia de escritora latejar ao lado de projetos e materiais de construção. Mora em Niterói e vira três para atender clientes em todo o Rio de Janeiro. E não é só: coordena um grupo de adolescentes e ainda escreve, mesmo quando não sobra (nunca) tempo.
A autora, prefaciada por Miguel Falabella e apresentada pelo jornalista Márcio Vassallo, teve a ideia de fazer esse ‘Diário de obra’ quando descobriu que a arquitetura de verdade está muito mais próxima do canteiro de obras – vivo, pulsante, cheirando a cimento, com radinho ligado no futebol, gírias da peãozada – do que das fotografias bonitas, arrumadinhas e cheirosas que vemos nas revistas.
E, por isso mesmo, consegue ser muito mais interessante, desafiadora, passional e divertida.

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